sexta-feira, 9 de setembro de 2011

MONTE SUA -RAIA-PEIXINHO

MONTE SUA -RAIA-PEIXINO


Material:
  • Papel de seda colorido
  • 2 varetas de bambu ou japonesa com 50 cm de comprimento e 3 mm de espessura.
• Tesoura
• Cola
• Linha 10 Corrente, para empinar.

01 - A folha de papel de seda tem um tamanho padrão. Mas você não vai precisar da folha inteira, por isso, corte-a ao meio. Dessa metade da folha, corte um quadrado (que vai ser o corpo da arraia). Note que vai sobrar um pedaço. Corte esse pedaço de modo que fiquem duas tiras. Você vai usar essas tiras para fazer as barbatanas. Você pode usar as tiras de papel da mesma folha ou cortar as tiras de um papel de cor diferente. Quanto às varetas, note que elas devem ter uma medida de três dedos a mais que a diagonal do quadrado de papel de seda.
02 - Junte as duas tiras e dobre-as ao meio, como você vê abaixo. Essa dobra serve para agilizar na hora de fazer os cortes. (veja figura 3 )




03 - Faça cortes retos e paralelos entre si. Cada corte deve ter aproximadamente 1 cm. No final, as tiras de papel vão ficar como na foto ao lado.


04 - Lembre-se daquele quadrado do passo 1? Agora é a hora de você usá-lo. Cole as barbatanas, uma de cada lado da extremidade inferior da arraia.


05 - Passe cola na primeira vareta.


06 - Fixe essa vareta na diagonal do papel, de um extremo ao outro. Como a vareta é maior que essa diagonal, vai sobrar um pedaço dela para fora, na parte de baixo. 


07 - A outra vareta vai ser posicionada na outra diagonal da arraia, só que formando um arco. Para fixar a vareta na posição, prenda uma linha numa ponta da vareta e envergue para que ela se curve até ficar com o mesmo comprimento da diagonal (isso é possível porque a vareta é maior que a diagonal do papel, está lembrado?). Passe cola na vareta...

08 - ... e fixe-a no corpo da arraia, como você vê na foto ao lado.

09 - Agora vamos, com muito cuidado, fazer o estirante. Faça dois pequenos furos no ponto onde as varetas se cruzam, como mostra a foto. Passe uma linha de modo que ela atravesse o papel pelo cruzamento das varetas, depois faça um nó. Importante: o nó deve ser dado na parte da frente da arraia (o lado oposto das varetas), que é onde vai ficar o estirante.





10 - Estique a linha até chegar a um ponto que esteja a quatro dedos de distância da vareta envergada. Depois, prossiga esticando a mesma linha até chegar na ponta da vareta da parte de baixo da pipa (siga a orientação da linha tracejada mostrada na foto). Está feito o cabresto. A linha para empinar deve ser amarrada na extremidade do ângulo feito pela linha. Envergue um pouco mais a vareta horizontal sem deslocar do papel.


11 - Faça as rabiolas (da maneira como como você aprendeu anteriormente) e cole na extremidade inferior da arraia (foto abaixo).


Dicas:
1 - Para se conseguir um quadrado exato da folha de papel, é necessário juntar as extremidades superiores esquerda à lateral direita, formando um triângulo.
Em seguida, cortar o papel e guardar o restante para a confecção das barbatanas que servirão para decorar e estabilizar o vôo da pipa.
FIM

NOMES DE PIPAS

NOMES DADOS ÀS PIPAS EM REGIÕES BRASILEIRAS
E OUTROS PAÍSES

Brasil

Papagaio - Em todo o Brasil

Raia - Norte do Paraná até Curitiba

Quadrado e Papagaio - Interior de São Paulo

Curica, Cângula, Jamanta, Pepeta, Casqueta e Chambeta - Norte

Pipa - São Paulo (capital) e Rio de Janeiro

Arraia, Morcego, Lebreque, Bebeu, Coruja e Tapioca - Nordeste

Barril e Bolacha - Nordeste

Estilão e Pião - Sudeste

Pandorga - Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Sul do Paraná

Cafifa - Niterói

Maranhão - Minas Gerais e algumas regiões do interior de São Paulo

Outros Paises

Cometa - Espanha, Uruguai e alguns países de língua castelhana

Papalote - México

Barrilete - Argentina

Papagaio - Portugal

Kite - Inglaterra, Estados Unidos e todos os países de língua inglesa

Tayara - Líbano

Cerfvolant - França e países de língua francesa

Aetos - Grécia

Drachen - Alemanha Wau - Malásia

Aquiloni - Itália e países de língua italiana Sarkany - Hungria

Takô - Japão Leijani - Finlândia

Shirosshi e Shiem - China Vliegers - Holanda

Drak - Tchecoslováquia (em Tcheco) Drakar - Suécia

Jarkan - Tchecoslováquia (em Eslavo) Didak - Bélgica

Volantin - Chile e alguns países de língua castelhana

Wau - Malásia

Sarkany - Hungria

Leijani - Finlândia

Vliegers - Holanda

Drakar - Suécia

Didak - Bélgica

Stell - Em Basco (região de Barcelona - Espanha)

Atok´er - Língua Maya

Tchiang - Nepal

Patang - India , Afeganistão

Vozdouchnei - Zmiei - Rússia

Chiriachirou - Sri Lanka

Caidéu - Vietnam

Wau - Indonésia

Yoah - Coréia

Tairawakia - Iran , Iraque , Baren

Dicas importantes caso o Pipa não queira subir!

Se a pipa não sobe, se faz cabriolas, se dá cabeçadas é porque alguns defeitos podem estar provocando isso. esta tabela dá toques bem legais:

DEFEITO:
A pipa efetua círculos grandes

CAUSA:
A rabiola não é apropriado

SOLUÇÃO:

Fazer uma rabiola mais leve e aumentar o seu comprimento. Fazer mais curto o estirante inferior.

DEFEITO:
A pipa inclina para um lado

CAUSA:
Está desequilibrada.

SOLUÇÃO:

Verificar se os estirantes laterais superiores são iguais.
Reajustar um dos estirantes superiores mais curto ou mais longo e aumentar o peso da pipa do lado que vai para cima.

DEFEITO:
A pipa sobe com muita dificuldade

CAUSA:
Provavelmente é pesada demais ou tem resistência excessiva devido ao ângulo quase perpendicular ao vento.

SOLUÇÃO:

Diminuir a rabiola e verificar se o estirante central não está muito curto ou esperar ter mais vento.

DEFEITO:
Vôo muito irregular

CAUSA:
Estirantes demasiados curtos

SOLUÇÃO:

Aumentar o comprimento dos 3 estirantes e alongar um pouco a rabiola.

DEFEITO:
A pipa dança da direita para esquerda

CAUSA:
Falta de estabilidade lateral

SOLUÇÃO:

Reajustar os estirantes, se possível, fazendo-os mais compridos. Verificar se os estirantes superiores são iguais. Pôr algum tipo de leme à pipa.

DEFEITO:

A pipa cai de bico e responde aos comandos de forma desordenada

CAUSA:

Os estirantes são muito compridos e o ponto central está muito acima

SOLUÇÃO:

Fazer com que o ângulo da pipa em relação ao vento fique mais inclinado, encurtando todos os estirantes e o do meio um pouco mais. Aumentar o peso e longitude da rabiola. Revisar as proporções do aparelho.

DEFEITO:

A pipa voa com ângulo demasiado plano

CAUSA:

Estirantes superiores curtos ou inferiores longos

SOLUÇÃO:

Alongar estirantes superiores e encurtar o central, de modo que a linha agüente a pipa mais em baixo (seria aumentar o ângulo de ataque).

DEFEITO:

A pipa faz buclês (círculos pequenos) rapidamente

CAUSA:

A pipa não está adaptada ao vento e lhe falta equilíbrio

SOLUÇÃO:

Se possível, aumente a curvatura da vareta oriental central. Se é maranhão ou peixinho, aumentar o ângulo (fechar). Sé é asa delta, verificar estirantes e alongar a rabiola

Saiba quais os materiais nescessarios para fazer um Pipa

TIPOS DE MATERIAIS UTILIZADO NA CONFECÇÃO DE PIPAS

Conheça os principais materiais empregados na confecção das pipas, itens comentados para que você tenha o maior número de informações possíveis.

1 - Linha

A melhor linha para confeccionar e empinar uma pipa é a 10 (olho) de algodão. No caso de pipas grandes, é recomendável os cordonês números 0.00.000 ou 0000 (urso).

2 - Cola

Seja qual for o tipo de pipa a ser confeccionada, a melhor cola é a branca, à base de PVA. O importante é usar cola na medida certa, nem mais, nem menos, para não prejudicr o vôo e o visual.

3 - Varetas

Japonesas: vareta de madeira não muito resistente, indicada na confecção de pipas pequenas e planas, que não exijam envergação muito acentuada.
Vareta de pinho milimetradas: são encontradas em casas de aeromodelismo, desde a espessura de 1 mm até 20 mm. é muito usada na confecção de pipas estruturadas planas e não aceita envergação acentuada.
Observação: encontram-se varetas redondas e quadradas.
Bambu: é o melhor dos materiais para a confecção de pipas de qualquer tipo. aceita todo o tipo de envergação, com a ajuda de uma vela. Pode-se moldá-la de várias formas. Para se ter este tipo de material, deve-se colher o bambu com muitos galhos, pois se tratam de bambus maduros (sem galhos, sem brotos).
Por maior que seja seu tamanho, os brotos não possuem uma secagem uniforme e não são muito flexíveis.

4 - Papéis

Papel de seda: é o mais usado, mas deve-se tomar cuidado por ser bastante frágil. O importante é não abusar da cola, pois corre-se o risco de rasuras e muitas manchas. Não é recomendável para a confecção de pipas grandes, pois, certamente, não resistirá à pressão do vento. É o tipo de papel que aceita colagem na sua decoração.
Papel impermeável ou manteiga: é um papel mais pesado e resistente, não tendo riscos de manchas ou rasuras na sua colagem. é indicado para pipas médias. aceita pintura, colagem e outras técnicas de decoração.
Papel crepom: é um papel resistente que poderá ser usado na confecção de pipas e caudas. Aceita colagem na sua decoração.
Papel espelho: um papel de boa resistência e coloração muito bonita, amplamente usado para se fazer dobraduras, mas também um ótimo papel para se confeccionar pipas grandes.
Dica: Pode-se confeccionar uma pipa com papel espelho usando na decoração "dobraduras" do mesmo papel.

5 - Plásticos

É um material muito empregado na confecção de pipas desmontáveis, tipo kit. Como não existe cola específica para se colar este tipo de material, deve-se proceder de duas maneiras.
a - Artesanalmente:
Usar fita adesiva para sua aderência seguindo duas regras práticas: esticar o plástico antes de aplicar a fita adesiva e, ao retirar a fita do rolo, não se deve aplicar imediatamente. O ideal é esperar alguns segundos para que ela volte ao normal, evitando algumas rugas indesejáveis.
b - Profissionalmente:
Usar a máquina de solda.
No caso do plástico, não é indicado o uso de tesoura, pois, certamente, não se obterá um corte perfeito, prejudicando o acabamento da pipa. O ideal é o uso de estilete.

6 - Náilon ou tecidos de qualquer natureza

Com este tipo de material, com certeza você precisará da destreza de um bom pipeiro, aliado ao apuro de um alfaiate ou costureira, para efetuar o corte correto no tecido; deverá saber utilizar bem a máquina de costura. Esses são dois conselhos que fatalmente terão de ser seguidos, pois aí estará o segredo para o bom funcionamento de sua pipa.

Normalmente, quando realizamos pipas em náilon ou em qualquer tecido, pensamos com certeza em pipas maiores e desmontáveis e com durabilidade bem elevada se comparada às pipas comuns.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

FAÇA VOCÊ MESMO A SUA PIPA

FAÇA VOCÊ MESMO A SUA PIPA


 

Materiais:
Matéria do blog mistureba:
• Varetas de qualquer tipo, sendo: • 1 de 51cm de comprimento e 2mm de espessura. • 2 de 32cm de comprimento e 2mm de espessura. • Tesoura • Papel de seda • Cola branca• Linha 10 Corrente



A cauda ideal é de tiras de plástico com 50cm de comprimento por 2cm de largura, colocadas em uma linha com 2 metros de extensão, a uma distância de 15cm uma da outra. Observação:Envergar a vareta superior de 32cm.Melhor linha para empinar nas medidas aqui apresentadas: linha 10.





01 - Amarre as varetas menores na maior...
 

02 - Passe a linha em todas as pontas da armação


03 - Cole a armação sobre o papel, mas deixe uma extremidade de fora, a menor
.
04 - Corte o papel um pouco maior que a armação, essa margem servirá para a colagem
.

05 - Em cada extremidade dê dois cortes e pode preparar a cola, logo será usada.
 

06 - Todas as extremidades foram cortadas? Muito bem, agora é só começar a colar sem se lambuzar
.

07 - Antes de colar, porém, dobre as margens e veja se está bem ajustada a linha, o dente do papel pode ficar solto ou colado.


08 - Passe a cola sobre a margem e vire-a para dentro, aderindo bem
.

09 - Envergue a 1° das varetas e dê uma volta com a linha superior sobre a extremidade da vareta.


10 - Em seguida é só colocar o estirante (cabestro) e a rabiola.
 

Como regular o estirante (cabestro):

 

Uma regra prática para regular o estirante consiste em pendurá-lo e regular de modo que a superfície "D" forme um ângulo de aproximadamente 30º, como se vê a ilustração acima.Esta regulagem é aproximada, pois a definitiva será feita no momento de empinar.

 

Estique a linha até chegar a um ponto que esteja a dois dedos de distância (3 cm) da extremidade vertical e horizontal e dê um nó, fazendo o ângulo do estirante. A linha para empinar deve ser amarrada neste ângulo.


PRONTO GALERA AGORA É SÓ SOLTAR!!! BOA DIVERSÃO

HISTÓRIA DAS PIPAS

As Pipas tem como objetivo unir diversas classes sociais, fazendo com que através da brincadeira de um simples empinar de Pipa deixe de acontecer diversos tipos de preconceitos que acercam a todos neste mundo tão globalizado e indiferente que vivemos nos dias de hoje.
Veja como e onde tudo começou.
O primeiro vôo do homem está relacionado com a mitologia onde consta que Ícaro voou tão alto, que o sol derreteu a cêra que prendia as asas ao seu corpo,sendo assim Ícaro caiu e morreu.
Pipa, Papagaio ou Pandorga é um brinquedo que voa preso a extremidade de uma linha ou barbante. Em geral, tem uma armação leve de bambu ou madeira, sobre a qual se estica uma folha de papel ou plástico. Os historiadores acreditam que tenha sido inventada entre 400 e 300 (AC) por Arquitas, um grego da cidade de Tarena. No entanto, os Chineses afirmam que um de seus generais Han Sin inventou em 206 (AC), para uso dos militares.
Em 1749 o Escocês Alexander Wilson, usou vários termômetros presos as Pipas para medir a temperatura nas alturas. Benjamin Franklin em 1752, utilizando uma pipa forrada de pano, demonstrou em um dia de chuva, que nas nuvens existe eletricidade estática, com isso foi criado o pára-raios. O inglês Douglas Archibald em 1883, prendeu um anemômetro ( Medidor de Vento ) à linha de uma pipa mediu a velocidade do vento a 360m de altura. A Aerofotografia com o auxílio de pipas é muito praticada desde o fim do século XIX. Guglielmo Marconi em 1901, usou uma pipa para erguer um antena e fez a primeira transmissão de rádio.
No fim do século XIX e início do século XX, o homem estava decidido a construir um máquina que lhe permitisse voar, nessa época ele só tinha duas referências de vôo, que eram as aves e a pipa. Muitos tentaram imitar os pássaros com suas máquinas sem sucesso, outros tentavam usando pipas. Em 1906, depois de vários testes o Brasileiro Alberto Santos Dumont, fez o primeiro vôo, usando um conjunto de pipas-caixas, acionadas por suas próprias forças.Este avião recebeu o nome de "14 BIS".
Origem do nome pipa


Pipa, nome dado ao "papagaio" de papel por ser semelhante ao recipiente pipa ( vasilha de madeira usada para guardar vinhos ). Esse tipo de papagaio era confeccionado com três varetas, e foi usado por muitos anos. Foram criadas três versões: duas feitas com três varetas e uma com quatro. Com o passar do tempo, essas pipas ficaram conhecidas como pipas-modelo. No final da década de quarenta, surgiu a pipa pião (ver no site) vinda do Nordeste, e o cerol. As pipas-modelo, usavam lâminas de barbear para cortar a linha dos adversários, não resistiu ao cerol e a rapidez das pipas pião e foram extintas, dando lugar à atual cultura

Quem trouxe a primeira pipa para o Brasil?
Os portugueses, ora pois. E nesta onda comemorativa o militar da reserva Antônio Augusto criou sua pipa de três metros de comprimento com a réplica de uma das três caravelas de Cabral. Do alto de seus 20 anos de cerol e rabiola, Antônio vai ministrar um oficina de pipas no Museu Histórico Nacional nos dias 9,16 e 21 de Abril. O professor já tem 62 troféus conquistados em todo o mundo nas categorias beleza, originalidade e gigantismo. E o ponto de partida é sempre a pesquisa na Biblioteca Nacional. Apesar do tamanho, a pipa da caravela voa que é uma beleza. O segredo da estabilidade é a aerodinâmica do barco - que tem uma espécie de aerofólio embaixo do casco, e , por isso, dispensa o uso da rabiola (o rabinho colorido da pipa, feito para dar equilíbrio).

CONHEÇA ALGUNS MODELOS DE PIPA!






PIPA "MODELO"
Muito usadas em festivais na categoria beleza


Pipa pião - " A pipa acrobática brasileira"
Também chamada de corte ou de combate.



PIPA RETÂNGULO
 


PIPA CAIXA

PIPA RAIA OU ARRAIA


PIPA ROKKAKU


Armação
1 - As Varetas horizontais ( A e B ) são CURVAS de bambu com 3cm de largura e 1,80m de comprimento.
2 - A vareta vertical pode ser de flecha de Ubá cm 2,35m
3 - Nas Pontas das varetas coloca-se um gancho feito com arame grosso para prender a vela da pipa

Vela ou Painal
1 - A vela é feita com papel 2º via, cintada pela parte de traz com 35cm de espaço no sentido horizontal, e
mais 3 cintas no sentido vertical. A vela mede 1,75 x 2,30 m.
2 - nos Vértices ( 6 ), coloca-se um pedaço de tecido para reforçar.
3 - A vela é contornada com rami duplo, tendo em cada vértice um laço de 1,5cm para prender as varetas

Cabresto
É feito com rami 5 fios, conforme a figura
Obs.: Esta pipa não usa Rabo ou rabiola.

PIPA ACROBÁTICA DE QUATRO LINHAS


Material
1 - Nylon fino resinado para vela ( 2,50 x 0,85 m )
2 - Tecido para reforço nos vértices
3 - Elástico chato para prender a vela nos vértices
4 - Quatro linhas de rami de6 fios com 35 m
5 - Duas manetes para o comando
6 - onze grampos de anzol para prender o cabresto e a manete
.
-Vareta Principal-
Uma flecha de ubá com 2,56 m e duas com 0,92 m.

- Solte pipa com segurança - bons ventos -
1- Evite áreas com fios elétricos
2- Cuidado com pessoas que estão à sua frente
3- Não solte pipas sobre laje de casas, sem as proteções laterais
4- O uso do cerol é proibido
5-
Cuidado com a travessia de ruas onde passam veículos

OS 10 MANDAMENTOS DE UM BOM PIPEIRO

1. Solte pipa longe da rede elétrica, dê preferência a espaços abertos. Além de evitar o risco de acidentes, você terá mais liberdade para mostrar suas habilidades sem perder a pipa. As áreas próximas de aeroportos também são impróprias, pois as pipas podem atrapalhar o tráfego aéreo, colocando vidas em risco.

2. Aprenda a soltar pipa sem rabiola. As pipas agarram nos fios quase sempre por causa da rabiola. As do tipo arraia não precisam de rabiola, são emocionantes de soltar, além de mais bonitas e sua brincadeira fica mais segura.

3. Outra furada: utilizar papel laminado na pipa. Se ela tocar nos fios vai provocar um curto-circuito que poderá atingí-lo, além de deixar o bairro inteiro sem luz.

4. Linhas metálicas no lugar de linha comum nem pensar, pois ela podem causar choques elétricos.

5. Se a pipa agarrou no fio, deixe para lá, é melhor fazer outra. Subir em telhados, postes ou torres para recuperá-las é um grande risco. Jamais tente removê-las, muito menos utilizando canos, vergalhões e bambus.

6. Atenção: Como o assunto é eletricidade, aos primeiros sinais de tempestade recolha sua pipa. Ela funciona como pára-raio, conduzindo energia.

7. Fique atento para que a linha da pipa não atravesse no caminho de ciclistas e motociclistas. Muito acidentes acontecem porque as linhas não podem ser vistas. E lembre-se, nunca use cerol. Ele é proíbido por lei.

8. Em vez de correr atrás de pipa voada, faça outra. Correr atrás de pipa é correr risco de ser atropelado.

9. Em dias de vento forte, quando as pipas são arrastadas com força, é bom usar luvas ou outro tipo de proteção.

10. Lembre-se: quem deve ficar no alto é a pipa e não o pipeiro. Não solte pipa nas lajes das casas. Qualquer distração pode resultar em choques ou perdas.

LINGUAGEM DOS PIPEIROS

Soltar pipa é hoje uma atividade que possui até vocabulário próprio. Fazem parte dele palavras como:

Aparar - Pegar com sua pipa uma outra pipa no ar;

Arriar - Abaixar a pipa para recolhê-la ou cortar outra;

Chapar ou embolar - Encontro de duas pipas de modo que se enrosquem sem se cortar,

Corrupio - Pipa rodando no alto;

Cruzar - Quando um pipeiro tenta cortar o outro;

De bicar - Movimento contrário, para baixo;

De menas - Quando um dos participantes do cruze está com menos linha.

Estancar - Quando acidentalmente a linha da pipa arrebenta.

Fazer à cata - Cortar varias pipas;

Pipa Voada - Pipa que foi cortada e ainda está no ar;

Tentear - Usar uma das mãos para dar puxões na linha fazendo a pipa subir;

Tá na minha! - Expressão usada quando se consegue pegar uma pipa voada primeiro;

Voar - Um outro pipeiro consegue cortar sua linha


PIPA É TERAPIA

TUDO QUE É FEITO AO AR LIVRE FAZ BEM PRO NOSSO CORPO.

TE APRESENTO UM EXERCÍCIO, QUE ALÉM DE SAUDÁVEL PARA O CORPO É EXCELENTE PARA A MENTE.

AO SOLTAR UM PIPA, PAPAGAIO OU SEJA LA COMO SE CHAMAR NA SUA REGIÃO, VOCÊ LIBERA UM BOCADO DE

ENERGIAS NEGATIVAS, EXTRESSANTES POIS TE DA A SENSAÇÃO DE ESTAR VOANDO JUNTO COM ELA, FAZENDO MANOBRAS OU AS DEIXANDO PARADAS OBSERVANDO AS NUVENS QUE POR ELA PASSAM.

PARA AS CRIANÇAS SERVE COMO UM BRINQUEDO EDUCATIVO POR FORÇA - LAS A EXERCITAR A MENTE E O CORPO, DANDO MAIS ENERGIA DE DIA E BONS SONHOS A NOITE.

SOLTE PIPA E APROVEITE A VIDA, POIS ELA É CURTA